sexta-feira, 1 de abril de 2011

Jogo de Sedução - Lynne Graham

Título Original:
The Trophy Husband
Copyright © 1996  by Lynne Graham

Protagonistas:
Alex Rossini e Sara Lacey


Sinopse:

O VENCEDOR LEVA TUDO...

Quando Sara descobriu que o noivo a traía com sua prima, ela se sentiu duplamente traída.Como por milagre Alex Rossini,seu chefe,esta pronto a ajuda-la a se recompor do choque.Entretanto,Sara nunca vira Alex fazer alguma coisa, sem esperar outra em troca.Se Sara desejava aceitar a ajuda que Alex lhe propunha,tinha de estar consciente de que teria de jogar de acordo com as regras impostas por ele...e pagar o preço!


Resenha:


Ahhhhh! Esse livro, para mim, é daqueles de suspirar.. Nossa! Li ele primeiro em e-book, junto com minha amiga Guta, lá da comu Adoro Romances ( a gente tinha mania de fazer clube da leitura pelo msn e era ótimo. Altas madrugadas, escolhíamos um livro e líamos ao mesmo tempo, comentando e tals.. saudades dessa época) e eu amei taaaaanto que ela achou o livrinho num sebo da cidade dela e me mandou de presente! Nossa! Sou apaixonada por essa história  releio sempreee! Adoro o Alex e td o que ele faz para conquistar a Sara! 


Sara trabalha na empresa de Alex, como sua secretária. Ela estar prestes a se casar e é muito apaixonada pelo noivo. Alex se sente atraído por ela, mas ela nem repara nele e isso o intriga. Ele manda investigar o noivo dela e descobre que ele não é uma pessoa tão honrada assim e arma um plano para que ela descubra tudo e caia direto em seus braços. A resenha tá meio pobre, porque não quero dar muitos spoilers, maasss eu RECOMENDÍSSIMO! Esse livro é lindo demais e eu adoroooo. Já li trocentas vezes!


Pontos Altos:


Marco se reclinava no encosto de uma cadeira colocada, no meio de um estúdio vazio, sob holofotes acesos. Parecia adormecido, mas, assim que Sara entrou, abriu os olhos e sorriu.
- Quanta honra. Vai me dizer que finalmente aceitou minha oferta? Miss Dezembro, usando botas vermelhas e uma coroa de frutas natalinas? O que acha?
Sara cerrou os dentes com força e corou. Não estava disposta a escutar as baboseiras de Marco. Evitando o olhar malicioso, estendeu os papéis e pediu que ele os assinasse.
Marco deu uma gargalhada.
- Qual é a graça? - ela perguntou, um pouco agressiva. 
- E uma piada particular.
- Se diz respeito a mim, não é particular.
- Para ouvi-Ia, você deve pagar um preço... - ele disse, divertido.
- Um preço?
- Quero saber uma coisa antes. Diga-me a verdade. Nunca sentiu atração por meu irmão? Nunca foi para cama com ele?
Sara olhou-o, boquiaberta. - Como?
- Alex é charmoso e bonitão. As mulheres ficam loucas por ele. Se não fosse meu irmão, eu o detestaria. Vamos lá, pode me contar. Ele lhe fez alguma proposta? Como naquele filme em que Robert Redford propõe pagar um milhão de dólares por uma noite com Demi Moore? Você também poderia fazer seu pé-de-meia!
- Não estou entendendo - Sara respondeu, sem acre­ditar na insinuação de Marco.
Ele a fitou, incrédulo.

- Vai me dizer que ainda não notou? Ou Alex não tentou se aproximar de você?
- Se está querendo insinuar que seu irmão sente atra­ção por mim, está completamente enganado.
- Você não iria para a cama com ele nem por um milhão de dólares? Ele pagaria sem piscar. Não, a soma mencionada foi de dois milhões.
A cabeça de Sara começou a girar. O calor dos holofotes atrapalhava sua concentração.
- Que conversa mais desagradável, Marco.
- Alex a deseja. Desde quando isso é crime? É a lu­xúria que faz o mundo girar - ele falou, impaciente. Será que Alex Rossini queria mesmo levá-la para a cama? Sara não conseguia acreditar naquela história. - Você não fazia a menor idéia, não é? Puxa, o amor é cego. - Marco sacudiu a cabeça. - Escute aqui, não amoleça seu coração para meu irmão. Tenha sempre em mente que não gosta dele. Case com seu vendedor de seguros e viva feliz para sempre - aconselhou sem emo­ção, enquanto assinava os documentos.

***

No meio da noite, um barulho distante a acordou. Por um minuto ficou desorientada, mas logo se lembrou de onde estava. Acendeu a lanterna e viu que eram duas horas da madrugada.
Do alto da escada, enxergou a entrada escancarada. - O que eu fiz para merecer isso? - Alex gritou, furioso, fechando a porta com violência.
Sara deu um passo para trás, assustada com a chegada inesperada. Alex estava. encharcado e sujo de lama.
- Se isto é a vida no campo, pode ficar com ela! - berrou, fixando o olhar dourado na esposa. - O carro morreu num trecho alagado!
- Oh, céus... - Sara murmurou, sentindo vontade de abraçá-lo. Era como se Alex fosse um menino que acabara de descobrir que a vida nem sempre é como se deseja. - Preciso um banho e de uma bebida.
- Meu Deus... - ela gemeu mais uma vez, sabendo que nada daquilo existia da casa.
- Minha mala ficou no carro - Alex falou entre os dentes.
- Oh, não...
- Madre de Dio... chega! - ele explodiu, e ao mesmo tempo, começou a tremer.
- E melhor tirar essa roupa molhada - Sara acon­selhou, preocupada. - Suba aqui.
- O helicóptero não podia voar na chuva - Alex co­mentou, ainda furioso, enquanto subia a escada. - O avião estava em manutenção. E nem temos luz elétrica! Pode imaginar há quanto tempo estou batendo naquela porta?
Sara abriu o banheiro e acendeu uma lâmpada pen­durada no teto.
- Não temos água quente, mas está tudo funcionando direitinho - encorajou.
- Não temos água quente?
Sara empurrou-o para dentro com gentileza e fechou a porta. Vestiu-se depressa e saiu da casa.
A noite estava escura e fria. O carro morrera na en­trada da propriedade, onde o piso antigo havia sido arrancado. Ali, restavam apenas lama e buracos. Ela entrou no carro destrancado e pegou a maleta de couro.
No caminho de volta, a chuva já diminuíra. Sara ficou feliz com a chegada de Alex. E com o enorme esforço que ele fizera para chegar até ali.
Ao ver o banheiro vazio, ela empurrou a mala para o quarto, sem fitá-lo, e saiu avisando que faria um café. Na cozinha, lamentou ter levado poucas coisas para a casa. Dispunha apenas de café instantâneo, bolachas e sanduíches.
- Você não precisava ter ido até o carro. Mesmo assim, obrigado. Foi muita gentileza.
Sara virou-se e deu com Alex parado na soleira. De banho tomado, vestindo um suéter italiano, estava irresistível.
- Era o mínimo que eu poderia fazer.
- Este lugar está todo esburacado, mas a culpa é minha - ele continuou, relanceando o olhar pela cozinha acolhedora. - Eu sabia o que estava fazendo. Desobedeci meu próprio instinto.
- Café? - Sara ofereceu, colocando o copo descartável sobre a mesa antiga. - Lamento, mas só tenho sanduíche de queijo.
Alex não se moveu. Deu um suspiro profundo e encarou-a. - Talvez você queira me contar o que está acontecendo... - Lamento que tenha passado por maus momentos para chegar aqui.
- Vá direto ao ponto!
- Eu não sabia que você viria esta noite.
- Nem eu - ele admitiu. - A parte inteligente de meu cérebro me disse para deixá-la aqui.
- E você não obedeceu.
- Não, a raiva não permitiu. Também fiquei preocu­pado. Eu não sabia que eventos miraculosos justificavam seu comportamento. E, se não disser quais são eles agora, chamo um táxi e volto para Londres.
Sara se aproximou da mesa e olhou-o, muito séria.
- Está vendo? Aconteceu outra vez. Você está me ameaçando, como sempre.
- Eu não ameaço você.
- Talvez nem perceba. Talvez esse comportamento lhe seja natural. Mas é assim que age. Se fica aborrecido comigo, começa a dizer que nosso casamento não vai dar certo.
Alex levantou do banco e começou a andar pela cozinha. - Está falando bobagens.
- Não estou!
- Dio... - Os olhos dele brilharam, incrédulos. - Você passou um fax dizendo que estava me deixando. Venho de Paris até aqui, enlouquecido, para ouvir que mereço essa atitude infantil?


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